domingo, 19 de dezembro de 2010

Coragem para Olhar no Espelho!



Olhe nos meus olhos meu Amor!...





"Hoje, para enfrentar quem não se vê, não é preciso espada, lança ou arma. Hoje, para ser Herói, basta enxergar dentro. No espelho, o reflexo aguarda a descoberta de quem somos. Quem olha diretamente nos olhos da Medusa, não utilizando-se de algo para vê-la, projeta no outro o monstro que há dentro de si. Então, a projeção, Outrora uma defesa humana, vira nociva, petrificando - e condenando - amores e pessoas. Quantas vidas terminadas! Quantos sonhos desfeitos! Seria a Medusa cruel? Não. A Medusa é somente impiedosa: não tem medo de ser verdadeira. Sincera e coerente, leva a gente a pensar que é bela... E que a natureza humana é feia." http://caioescorel.blogspot.com/2010_05_01_archive.html




É duro reconhecer, mas nossos antagonistas são mais parecidos conosco do que nossos amigos!
E geralmente as pessoas que odiamos, odiamos por uma projeção ou auto-ilusão!
Se algo te incomoda é porque você tem exatamente este algo, este defeito!
E muitas vezes vemos em alguém o lixo que esta pessoa não tem... mas que nós temos!
Eu faço isto o tempo todo também, e confesso que é difícil não fazer,
e pior é muito difícil reconhecer que também exageramos em uma situação pois estamos projetando,

Lute para voltar ao seu eu verdadeiro
e para ter uma visão limpa das pessoas e da vida...


"Saibam que uma pessoa não erra sozinha,
Que em um relacionamento os dois empurram para que uma das partes traia...!"

Mas espere! 
Se vejo isto... no outro...
Ih! Eu também tenho este exato defeito!...
Que coisa...
postei recentemente aqui um post que dizia: Todos os seres em evolução neste planeta agora estão no mesmo nível... ou seja:
Mestres de Luz estão em outro Plano!
Aqui só existem humanos! Se fôssemos melhores que alguém não estaríamos encarnados na mesma'
faixa vibratória que este indivíduo terrível que tanto rejeitamos!

Mas as pessoas não fazem isto o tempo todo?...
E eu faço?
Claaaro...




Conheço uma história deliciosa sobre os rótulos que nos colocam:


- Pra que serve um ser humano?- Perguntou um jovem missionário ao Pastor mais idoso, certa vez,
e este sorrindo respondeu:
- Para dar nome as coisas!!!...
- Como é? - Se espantou o missionário.
- Sim... Dar nome a tudo que puder. Rotular!- E percebendo o espanto do rapazola emendou. -E não foi isto que dizem que Deus pediu para Adão fazer... como a sua segunda tarefa!?... - Mostrou dois dedos da mão para seu ouvinte.
- Sim... verdade, mas e qual foi a primeira tarefa?... - Perguntou intrigadíssimo.
- Faça sexo! - Respondeu sem pestanejar o velhote.
- Sexo!!?? - Asrrepiou-se todo o jovem!
- Sim!... "Crescei-vos e multiplicai-vos!" - E riu fartamente.
- Acho que o senhor está meio caduco Pastor!...
- Eu tenho certeza disso meu jovem! ...Ah se tivesse ficado caduco antes!...





Os Relacionamentos interpessoais são relacionamentos entre o “eu” e o “outro”. 
Onde se estabelece uma dialética na qual o “eu” define o “outro” e vice-versa. 
Desde o nascimentos passamos por diversas fases do desenvolvimento da consciência. 
Do surgimento da consciência a partir do inconsciente (Auroboros), 
as outras fases: matriarcalpatriarcalalteridade, etc. 
Onde poderíamos observar o desenvolvimento da consciência e dos relacionamentos 
mais significativos quando crianças com nossos cuidadores iniciais 
(mãe e pai, ou similares), 
à adolescência e fase adulta, onde nos relacionamos com o gênero opostos 
(em geral, analisando os relacionamentos heterossexuais).
Partindo do pressuposto de auto definição através do conhecimento do outro 
e vice-versa, supondo então que para o ser humano ser humano 
é importante o convívio e relacionamento com outros da sua espécie. 
E que se pode aprender não só do outro mas de si mesmo quando 
analisamos as relações focando em si mesmo para obter autoconhecimento. 
Afinal, nesta dialética só seria possível o entendimento do “outro” 
se houver auto-conhecimento de si próprio, o “eu”. 
Como o ser humano se baseia em projeções 
há uma tendência de observar tudo a partir do “outro”
 e dificuldade de mudar o foco para si mesmo. 
Mas, tudo nos é espelho. 
No entanto, uma boa razão é que mesmo que se pudesse 
enxergar o “outro” com menos projeções ainda assim, 
continuaríamos conosco para o resto da vida, 
sendo responsáveis por nós em primeiro lugar, 
e principalmente responsável pela própria felicidade e desenvolvimento da consciência, 
o que também não seria possível se responsabilizar pelos conteúdos dos “outros”. 
Por tanto, o “outro” é importante para o “eu” e o “eu” 
é fundamentalmente nossa responsabilidade.
Mas, não é tarefa fácil tirar lições de crescimento, 
autoconhecimento e ampliação da consciência. 
Envolve trabalho, empenho, dedicação, valorização, 
equilíbrio, sensatez, objetividade e muita energia. 
Ás vezes a ajuda profissional é indicada para auxiliar nos impasses, 
tanto na análise dos relacionamentos parentais (psicoterapia familiar), 
como da relação de cônjuge (psicoterapia de casal), 
como dificuldades particulares (psicoterapia individual).

2 comentários:

pensandoemfamilia disse...

Olá
Muito bom este texto, traz a complexidade humana pessoal e interrelacional. É uma área que me dedico profissionalmente e, portanto, me instiga muito.

William Garibaldi disse...

Oi Norma, este texto é muito bom mesmo!
Esta área é fascinante! Seu trabalho é fascinante!
Bjus

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