segunda-feira, 12 de outubro de 2026

O que significa Dark?

Aqui está o seu texto corrigido, mantendo exatamente as suas ideias e o seu tom original, mas ajustando a pontuação, a ortografia e a fluidez das frases:

Os crentes adoram estudar simbologias para dizer que estão desvendando as ações do diabo na sociedade, mas, quando se trata de uma simbologia que os mitos deles utilizam, eles fecham os olhos. Conseguem enxergar "falos" no castelo da Ariel e muitos outros símbolos e mensagens subliminares em músicas e filmes, mas, quando é com eles, fingem que não estão vendo.

Quero lhes contar sobre o cavalo negro. Este não seria o Anticristo ou uma de suas manifestações, mas sim um dos "Quatro Cavaleiros do Apocalipse": o cavaleiro sombrio ou cavaleiro negro, que simboliza a fome. Realmente, em seu governo houve muita fome, o que abriu caminho para o cavaleiro amarelo das doenças e para o cavaleiro vermelho da disputa, da guerra e do separatismo. Ele ainda quer trazer o cavaleiro amarelo (laranja) — que é o cavaleiro da doença social, pois nem sempre a doença é apenas física — para trazer a guerra para dentro do Brasil.

E lá vão os evangélicos assistir ao Dark Horse. Sim, é no sentido de azarão: aquele em quem ninguém levava fé, mas que deu certo... "Hã rãm..."

O povo de Deus realmente está sendo iludido?


Dark significa escuro, sombrio ou sem luz em inglês. Dependendo do contexto, o termo pode descrever tanto uma característica física quanto ideias abstratas, culturais ou da internet. 

Significados Principais
  • Sentido literal (ausência de luz): Refere-se a ambientes sem iluminação (pitch black / breu) ou ao anoitecer (after dark / depois que o sol se põe).
  • Cores e tons: Indica cores escuras ou profundas, como dark hair (cabelo escuro) ou dark red (vermelho-escuro). 
  • Sentido figurado (tristeza ou maldade): Pode descrever algo sombrio, pessimista, trágico ou associado a temas malignos e desconhecidos (como dark forces ou uma fase difícil da vida). 
Usos Comuns em Contextos Específicos
  • Canais Dark: Canais no YouTube ou perfis em redes sociais onde o criador de conteúdo não aparece fisicamente, focando apenas na narração, imagens ou vídeos de terceiros. 
  • Dark Web: Uma camada oculta da internet que exige navegadores específicos (como a rede Tor) para garantir o anonimato e que frequentemente abriga atividades ilícitas. 
  • Literatura e Mídia (Dark Romance, Dark Academia, Séries): Subgêneros ou obras que exploram temas densos, tabus, mistérios, melancolia ou o lado obsessivo e sombrio da mente humana. 
  • Expressões: Como in the dark (estar "no escuro", ou seja, não saber de nada sobre um assunto ou agir às escondidas). 
  • Ou seja, só coisas boas...

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

DIANTE DO DESÂNIMO EM SALA DE AULA HOJE...




Um artigo meu publicado no Blog Versos de Fogo e Pedagogia da Coragem
É frustrante dar aula para as crianças de hoje. Elas estão completamente alienadas, desfocadas, agitadas, não conseguem compreender limites, incomodam-se umas com as outras o tempo todo, incomodam-se consigo mesmas, fazem birra — birra consigo mesmas, birra com os outros colegas —, brigam e birram com os professores. Estão agitadas, nervosas, arredias.
Isso é culpa das crianças?
O açúcar que elas consomem e a quantidade de horas que ficam diante das telas provocam grande parte dessa ansiedade, mas os conservantes, o açúcar e a grande quantidade de telas que seus pais consumiram antes de as gerarem, enquanto as criavam, e agora também contribuem para essa ansiedade.
Nunca se falou tanto em ansiedade. Talvez seja o mal do século, ao lado da depressão.
Mas talvez o mal do século seja o espelho de Narciso em sua mão.
O novo espelho de Narciso é este celular, que espelha para você apenas aquilo com que você se identifica, aquilo de que você gosta, aquilo que você ama, aquilo que você quer. Ou seja: espelha o que você é.
Seja violência, seja partido político agressivo, seja partido político mentiroso, seja partido político superpacifista, seja o político salvador, seja a cantora da moda, o relógio da moda, a roupa da moda, o cabelo da moda, o que for.
Os pais esqueceram de criar seus filhos.
E os professores?
Alguns também são pais, alguns também são ansiosos, alguns também são viciados em telas, alguns também são viciados em açúcar, alguns, se não todos, também ansiosos e depressivos.
Como resolver essa situação?
Um meteoro de conhecimento?
A descida de Cristo das nuvens?
O Pentecostes da pedagogia?
A volta à leitura?
O que precisa mais, depois de uma pandemia global, para que a sociedade acorde, dê as mãos, se una para construir o futuro?
O que mais precisa acontecer?
Guerras?
Morte de mulheres grávidas e doentes em hospitais por conta das bombas?
Mais ilusão de acreditar que o petróleo é necessário?
Em plena era da energia solar e da inteligência artificial, somos cada vez mais burros, mais agitados e ansiosos.
E a nossa dívida com as crianças?
Notem que temos uma dívida com a humanidade, com o povo preto, com a mulher, com os gays, com os povos originários, mas este é outro assunto.
Voltemos.
A nossa dívida com as crianças só aumenta, porque a nossa dívida com a nossa criança interior também só aumenta.
Claro que uma sociedade agitada vai fabricar crianças agitadas.
Claro que uma sociedade feita de gente fabricada, de replicantes, fabricará replicantes: bonecos, androides, bonecos, marionetes de fios invisíveis — fios invisíveis do marketing, fios invisíveis do desejo contínuo de ter, ser, aparecer, ganhar.
Depois de uma pandemia, volto a dizer: o que mais precisa acontecer para que a gente dê as mãos e cuide do planeta?
Toda voz que surge hoje parece que está querendo voto.
Toda voz que surge parece que quer palco.
O que devemos fazer?
Ah, aquele meteoro de conhecimento.
Ah, aquele Pentecostes da pedagogia.
Ah, a descida do Cristo em escadinhas de nuvens fofas.
Cadê?
Primeiro, ele tem que voltar dentro de você, que fala tanto dele.
É, realmente, esse mundo e este diagnóstico parecem pessimistas, parecem nada acadêmicos, mas deveriam ser muito lidos.
Modéstia à parte, foi muito bem pensado.
E não só por mim, que o escrevo.
Foi conversado com professoras de diversas idades, pelos corredores da escola, quase em cochicho; pelas escolas onde dei aula; CRAS, assistência social, CAPS, projetos de cultura; pelos meus 27 anos de magistério e pedagogia, mesmo que tendo me formado apenas há cinco anos.
Três anos?
Nem me lembro.
Filho, sobrinho de professor, professorzinho é.
Até que um dia, depois de tanto pessimismo, ao ver aqueles zumbizinhos, aqueles agressivinhos, iguais ao filme Exterminador do Futuro — peguem a referência quem tiver mais de 37 —, Eu entendi:
Eles precisavam de espaço para se expressarem, para gastarem energia, para se conhecerem.
Eles precisavam e precisam de espaço, de gastar energia, de se conhecerem.
Eles precisam jogar para fora aquela luta que vivem em casa, aquela dor que ganharam dos pais e à qual ainda não sabem dar nome, nem sabem que ganharam dos pais aquilo.
Eles precisam de um pouco de desregra.
Eles precisam de um pouco de correr para lá e para cá e machucar os joelhos.
Eles precisam de um pouco de pôr as mãos e os pés na terra, sim.
Por isso eu acredito no ensino integral, mas não obrigatório, porque nada deve ser obrigado.
Por isso a gente precisava tanto de mais verba para educação e menos verba para deputado, senador e aposentados das Forças Armadas e seus eternos, eternos herdeiros de aposentadoria.
Por isso a gente precisava do tal meteoro de conhecimento, do tal Pentecostes da pedagogia, da tal volta do Cristo, nem que seja dentro de cada um.
Ou do Buda, ou do Oxalá, ou da iluminação, do pajé, do saci.
Mas que a gente deixasse essas crianças viverem.
E que a gente tivesse um pouquinho de coragem de tirar, nem que fosse, 30% do açúcar, 30% da tela e 30% da dor que damos a elas; 30% da culpa que a gente põe nas costas delas e na conta delas, para que elas vivam os erros delas e, portanto, o aprendizado delas.


Biu Oliveira

domingo, 28 de junho de 2026

Seja Mais

Nunca carregue a culpa e muito menos a vergonha de um hipócrita.

O hipócrita adora se aliviar jogando a culpa nos outros.

Quando você sabe quem você é e mais, 
quando você é o que escolheu ser, 
ninguém vai te envergonhar por isso!


domingo, 19 de abril de 2026

Sobre autovalor e olhar do outro


Aceita que o que as pessoas pensam sobre você é sobre elas, não é sobre você e viva em paz.

E por aí vai: O modo como as pessoas te veem é como elas veem o mundo e a elas mesmas não é sobre você. Assim a maneira como elas te tratam e por aí vai...

Cabe a você apenas escolher o que deixa entrar em sua mente e coração.

Não se meça pela medida dos outros, não se tempere pelo tempero dos outros.

O mundo, a realidade é maior do que as pessoas que te olham torto.



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