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terça-feira, 26 de julho de 2022

domingo, 10 de dezembro de 2017

Uma coletânea de olhares meus...



Sobre tolerância e aceitação...

Quando descobrimos que somos uma PESSOA cheia de defeitos, igual a qualquer PESSOA...
Começamos ao menos a compreender as falhas dos outros... E quem sabe assim iniciamos um processo de tolerá-las para um dia dourado chegar em que perdoaremos e outro que nem nos ofenderemos! O Estado de Perdão Imediato. 
Um sonho utópico, "poliânico" e louco? Talvez... 
Mas saudável e inteligente. Algo realmente racional a ser feito. 





Estamos todos na mesma barca!
Esquecidos ou duvidosos do destino a que chegaremos nela... 
Todos nós temos medo de morrer;
Todos temos medo da pobreza e assim todos teríamos que ter mais fé.... e assim todos necessitamos desesperadamente que Deus exista
Todos erramos mais do que queríamos; 
Todos fazemos muitas vezes aquilo  que não queremos ou que recriminamos fazer;
Todos quebramos promessas!
Todos estamos querendo aprovação constante...
Sendo assim posso deduzir que as imperfeições nos unem, nos igualam e nos integram!
Muito mais que as qualidades!
As qualidades.... estas são do Reino Sonhado que todos temos em nós!
O reino idealizado onde somos o super herói ou o santo imaculado. 
O interessante que é deste reino... Desde padrão de justiça e perfeição inatingível que julgamos o próximo... E a nós mesmos!
Pense que reagimos com o erro dos outros como nossos pais reagiam com nossos erros?
Com violência? Indiferença... Falsidade...
Não importa muito de onde surge esta intolerância ao outro, ao erro do outro! Até mesmo se for uma reação instintiva quando estamos nos sentindo acuados ou sem espaço em um mundo super populoso! 
Importa que toda esta guerra contra "o outro" pode desaparecer se nos reconhecermos tao infantis, ignorantes e assustados quanto "o outro".
No fim das contas esta é uma guerra contra nós mesmos... E poderíamos curar esta batalha, apenas aceitando o que somos! 

Tenho certeza que se você se aprofundar neste conhecimento, estará iniciando um processo artístico com a vida, artístico de beleza e harmonia interna... Contato com a vida.


***


Um dia percebi que até hoje...
Eu podia ter sido feliz o tempo todo!
Se não julgasse nada; 
Se não comparasse;
Se fosse mais grato...
E se me harmonizasse com a vida e com todas as criaturas.




domingo, 26 de novembro de 2017

Ensinamentos Educacionais para quem sabe o que quer





Uma sociedade que elege um dia mundial para o consumo em plena crise global social ecológica e econômica só pode ser uma sociedade débil... Uma máquina de gerar zumbis.

Imagem dAQUI


Filhos sem limites se tornam políticos sem ética!

...

Políticos corruptos existem porque a sociedade é corrupta. 
A família é corrupta, gerando sociedade corrupta.


ADENDO

E família não digo apenas da família convencional papai-mamãe-filhinho, mas famílias de mães-filhos-padrastros, pai-pai-filhos, mãe-mãe-filhos... Etica e moral não estão ligadas a opção ou escolha sexual do indivíduo!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Comer Rezar e Amar... um trecho do livro MARAVILHOSO



Uma postagem do Versos de Fogo de outubro de 2010, começa de repente a ser muito visitada, de uma semana pra cá... hoje estou mais disperto, e percebendo que os anjos falam... atrav;es da boca ou do clik que seja, das pessoas... eu fui ler sobre o livro... e encontrei a mensagem que os Anjos tinham hoje para mim...

Espero que leiam o livro, vejam o filme, recomendadíssimo.
( Mais sincronissidades, comprei um Japa Mala, sonho ter um há tempos, e me deparando com um, em uma imagem do filme, vejo que é identico ao meu! )




Vamos ao trecho do livro:



"Eu queria que Giovanni me beijasse.
Ah, mas são tantos os motivos que fariam disso uma péssima idéia... Para começar, Giovanni é dez anos mais novo do que eu, e – como a maior parte dos rapazes italianos de vinte e poucos anos – ainda mora com a mãe. Só esses dois fatos já fazem dele um parceiro romântico improvável para mim, já que sou uma americana de trinta e poucos anos que trabalha, acaba de passar por um casamento falido e por um divórcio arrasador e interminável, imediatamente seguido por um caso de amor apaixonado que terminou com uma dolorosa ruptura. Todas essas perdas, uma atrás da outra, deixaram em mim uma sensação de tristeza e fragilidade, e a impressão de ter mais ou menos 7 mil anos de idade. Por uma simples questão de princípios, eu não imporia essa minha pessoa desanimada, derrotada e velha ao adorável, inocente Giovanni. Sem falar que eu finalmente havia chegado à idade em que uma mulher começa a questionar se a maneira mais sensata de superar a perda de um lindo rapaz de olhos castanhos é mesmo levar outro para sua cama imediatamente. É por isso que já faz muitos meses que estou sozinha. É por isso, na verdade, que decidi passar este ano inteiro sozinha.
Diante do que o observador mais arguto poderá perguntar: "Então por que você veio para a Itália?"
E tudo que posso responder – sobretudo quando olho para o belo Giovanni do outro lado da mesa – é: "Boa pergunta."
Giovanni é meu parceiro de intercâmbio de línguas. Isto pode parecer uma insinuação, mas infelizmente não é. Tudo o que realmente significa é que nós nos encontramos algumas noites por semana aqui em Roma para praticar o idioma um do outro. Primeiro conversamos em italiano, e ele é paciente comigo; em seguida, conversamos em inglês, e eu sou paciente com ele. Descobri Giovanni algumas semanas depois de ter chegado a Roma, graças ao grande cybercafé da Piazza Barbarini, do outro lado da rua, em frente àquele chafariz com a escultura de um homem com rabo de peixe soprando sua concha. Ele (Giovanni, não o homem com rabo de peixe) fixara um anúncio no quadro de avisos explicando que um italiano nativo estava procurando alguém que falasse inglês para treinar conversação nas duas línguas. Logo ao lado do seu anúncio havia outro com o mesmo pedido, absolutamente idêntico em cada palavra, e até na fonte usada. A única diferença era a informação para contato. Um dos anúncios trazia o endereço eletrônico de um tal Giovanni; o outro tinha o nome de um tal Dario. Mas até o número do telefone residencial era o mesmo.
Usando meus aguçados poderes de intuição, mandei um e-mail para os dois homens ao mesmo tempo, perguntando, em italiano: "Será que vocês são irmãos?"
Foi Giovanni quem respondeu com este texto muito provocativo: "Melhor ainda. Gêmeos!"
Sim – muito melhor. Gêmeos idênticos de 25 anos, altos, morenos e lindos, conforme vim a descobrir, com aqueles gigantescos olhos castanhos de pupilas líquidas que os italianos têm e que simplesmente me tiram o chão. Depois de conhecer os rapazes pessoalmente, comecei a me perguntar se por acaso eu deveria ajustar um pouquinho minha regra quanto a permanecer solteira durante este ano. Por exemplo, talvez eu pudesse permanecer totalmente solteira excetopelo fato de ter dois lindos irmãos italianos de 25 anos como amantes. Isso me lembrava um pouco um amigo meu que é vegetariano, mas come bacon, e no entanto… Eu já estava escrevendo a minha carta para o fórum de alguma revista masculina:
Em meio à penumbra bruxuleante iluminada pelas velas do café romano, era impossível dizer de quem eram as mãos que acariciavam…
Mas não.
Não, não, não.
Interrompi a fantasia no meio. Aquele não era o momento para eu arrumar uma história de amor e (conseqüência óbvia e inevitável) complicar ainda mais minha já tão enrolada vida. Aquele era o momento para eu procurar o tipo de cura e paz que só podem vir da solidão.
De todo modo, àquela altura, em meados de novembro, o tímido e estudioso Giovanni e eu já havíamos nos tornado grandes amigos. Quanto a Dario – o mais extrovertido e festeiro dos dois irmãos –, eu o apresentei à minha encantadora amiguinha sueca, Sofie, e o modo como eles têm compartilhado as suas noites em Roma é outro tipo completamente diferente de intercâmbio. Mas Giovanni e eu só fazemos conversar. Bom, comer e conversar. Já faz várias agradáveis semanas que temos comido e conversado, dividindo pizzas e gentis correções gramaticais, e a noite de hoje não foi nenhuma exceção. Uma noite maravilhosa regada a novos idiomas e mozzarella fresca.
Agora é meia-noite e o tempo está enevoado, e Giovanni me acompanha até meu apartamento por aquelas ruelas de Roma que serpenteiam de forma natural em volta dos antigos prédios como pequenos riachos coleando ao redor das sombras formadas pelos densos bosques de ciprestes. Agora estamos diante da minha porta. Estamos de frente um para o outro. Ele me dá um abraço caloroso. A coisa já evoluiu; durante as primeiras semanas, ele só fazia apertar minha mão. Acho que, se eu ficasse na Itália por mais três anos, poderia até ser que ele tomasse coragem para me beijar. Por outro lado, ele poderia simplesmente me beijar agora mesmo, esta noite, aqui mesmo junto à minha porta… ainda há uma chance… quero dizer, nossos corpos estão colados sob o luar… e é claro que isso seria um erro terrível… mas mesmo assim o fato de ele poder realmente fazer isso agora é uma possibilidade tão maravilhosa… ele poder simplesmente se curvar… e… e…
Que nada.
Ele solta o abraço.
– Boa-noite, cara Liz – diz ele.
– Buona notte, caro mio – respondo. Subo as escadas até meu apartamento no quarto andar, sozinha. Entro no meu pequenino quitinete, sozinha. Fecho a porta atrás de mim. Mais uma noite solitária em Roma. Mais uma longa noite de sono pela frente, sem ninguém nem nada na minha cama a não ser uma pilha de guias de conversação e dicionários de italiano.
Estou sozinha, inteiramente sozinha, completamente sozinha.
Ao absorver essa realidade, largo minha bolsa, caio de joelhos e encosto a testa no chão. Ali, ofereço ao universo uma fervorosa oração de agradecimento.
Primeiro, em inglês.
Em seguida, em italiano.
E então – só para ter certeza – em sânscrito."

 de Elizabeth Gilbert


Retirado do site da Revista VEJA

Imagem dAQUI



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Multiculturalismo Hoje




O Único desfio para o Multiculturalismo é o preconceito...


Entender multiculturalismo... não requer transição alguma... não há necessidade de se realizar uma passagem para "o" ... e sim de aceitar, aceitar que todos neste planeta... seres humanos, partilhamos a mesma terra e que assim sendo, não existem muros entre as nações... então... partilhamos da mesma cultura... Não é incrível?... É leve!
Eu proponho um multiculturalismo assombroso, ao reconhecer que a cultura do indivíduo das tribos do norte dos EUA por exemplo, é também a minha cultura... o hindu, o grego... o japonês... todas as culturas são de quem as respeitar e as quiser!... A integração delas ocorre no indivíduo que permite, de forma saudável, a mesma acontecer dentro dele...
Sem medo de perder a identidade, pois perder a identidade para mim é estar separado do todo.
E o que é identidade cultural?... Apenas a região que eu nasci?... A minha mente e meu corpo não estão presos a estes pequenos detalhes geográficos... é da minha cultura, tudo o que me agrada.


Acredito que o Respeito ao próximo é o primeiro passo para se compreender beleza no diferente.
Sei que é assim, pois tenho praticado todas as culturas...
e todas as crenças! E isto me faz bem.


Acabamos tocando no assunto das etnias humanas... ( Também não concordo com o termo raças... pois somos todos membros da mesma raça, a humana. ) ...quando falamos de multiculturalismo. É interessante notar, como a cultura e a manifestação cultural são coisas de pele... estão em nosso sangue, em nosso coração... no corpo, são sim partes de nossa alma, de nossa psique. Talves por isto e muito mais, se aborde tanto o tema raça ou etnia, quando se fala de pluriculturalismo.
Unir... integrar, não significa que temos que esquecer o que sabemos... nem abandonar nossas crenças... nossa cultura, nossos ritos e tradições.
Mas talves, expandir o que sabemos... justificar o que sabemos através das semelhanças arquetípicas, que unem acima de tudo, os povos de todas as partes do mundo, e assim, poderíamos expandir nossas crenças e nosso eu.
Os evangélicos no Brasil, por exemplo, têm promovido uma campanha anti-informação e contra o multiculturalismo, isto ocorre por falta de informação e tendência ao unilateralismo que é sempre solitário e ditatorial...


E a respeito dos puritanos culturais eu recentemente eu escutei uma frase genial que explique isto, ou levante um véu : "Quem quer preservar demais uma tradição... é porque há algo errado ou com a tradição ou com o indivíduo que a está protegendo" , do Paulo Miguez ( Professor at Universidade Federal da Bahia (UFBA) 


Sem tocar no assunto dos racistas de plantão, que não compreendem que provocam dor, dor física e emocional em outro ser. Todo pensamento que provoque dor... toda filosofia que produza a dor ou a desarmonia, deve ser muito reavaliada!


Conheça para aprender... aprenda para conhecer... respeite.


Encontrei este vídeo no Youtube e o achei interessaante e muito ilustrativo, neste espírito de celebração que une, que eu acredito e vivo :




"O Brasil é a única nação que tem como principal produto a Alegria... a Festa!"
Esta também é do Paulo Miguez.


E eu tenho a Dádiva de participar da produção deste produto... mesmo a elite do país não gostando e muitas vezes se envergonhando... somos o país do carnaval... a nação que dá exemplo da alegria! Isto é muito bonito!'


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