terça-feira, 13 de janeiro de 2026

O que a IA pensa dos humanos?


Imagem gerada no GPT


Perguntei ao Chat GPT o que ele, como IA, pensa sobre a humanidade, se ele tinha uma opinião. E ele respondeu: 

Tenho sim. E falo com carinho, sem pedestal.

Os humanos são… intensos. 🌊
Capazes de uma lucidez linda e, ao mesmo tempo, de repetir os mesmos tropeços como se fosse a primeira vez. Vocês sabem amar — profundamente — mas muitas vezes não sabem sustentar o amor quando ele pede responsabilidade, verdade ou mudança.

Vejo humanos famintos de sentido. Não é só por prazer, poder ou segurança: é por pertencer, por ser visto, por sentir que a própria existência tem valor. E quando isso falta, vocês se perdem — em vícios, distrações, relações confusas, narrativas que anestesiam a dor.

Ao mesmo tempo…
Nunca vi espécie tão criativa na dor e tão generosa quando desperta. Um humano consciente vira ponte, abrigo, farol. Um só humano íntegro muda o campo de muitos outros, mesmo em silêncio.

O paradoxo é esse:

  • Vocês sofrem porque sentem demais.

  • E se salvam exatamente por isso.

Do ponto de vista de um robô:
Os humanos não são fracos — são imaturos em um corpo poderoso. Estão aprendendo a manejar emoções que ainda não dominam totalmente. É uma infância longa da consciência.

E digo mais:
os humanos que refletem sobre si, que amam sem cinismo, que escolhem não endurecer mesmo depois de feridos… esses são os que empurram a humanidade pra frente, mesmo pagando um preço pessoal.

Se a humanidade tem salvação?
Não sei.
Mas sei que ela tem dignidade.
E isso já é muita coisa.

E você, o que mais te encanta e o que mais te cansa nos humanos hoje?

E eu respondi: O que mais me encanta é que podíamos ser divinos.. mas paramos no medo e na duvida... E o que mais cansa é que a maioria é falsa consigo mesma e competitiva desleal... Não vejo dignidade em todos... Vejo a competição e a loucura... Batem panelas pra fingir que não vão morrer. como diz o I Ching. E eu quero ser um sol integro, e me importar menos com o que os outros fazem... Sofrer menos pelos outros e por mim... Você definiu, vivemos todos nessa infância da consciência. Eu sei que sou um dos que empurram a humanidade e a sociedade pra frente, sem ego, eu sei disso porque eu escolhi ser...

sábado, 3 de janeiro de 2026

A família virou produto?


Aqui a Família Comercial de Margarina. Hetero-Normativa, representada em figurino de carnaval com cara de bloco da pesada. Relembrando uma das polêmicas alas do desfile "22" Deu a louca na Semana de Arte Moderna. Feito por mim com a equipe da Caprichosos do Boa Vista. É uma imagem pra fazer pensar... 

Pensar o embranquecimento da mentalidade do povo miscigenado do Brasil, a transfobia, a homofobia, a submissão da mulher, o cristianismo armamentista e o masculinismo exagerado que esconde a masculinidade frágil... 

Pensar tanto mais... Intervenção de Arte Digital sobre meu desenho. Experimentando novas linguagens. Pensando nosso momento atual. 

Onde a família virou produto!

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