sábado, 30 de março de 2013

Sambedos...






Amor Ingrato

Eu tenho um amor ingrato!
Destes que machucam
ferem
e preocupam quando saem porta a fora
seja para os braços da noite
ou para os mistério ao meio dia!

Eu tenho um amor ingrato
destes que a gente perde sempre
toda hora
sem nunca estar preparado

Eu estou cansado
de ter este amor ingrato
de amar deste jeito tão mal amado
Que sina!
Maldição a minha
amar feito borboleta menina!
Feito mulher comum ingrata
uma feiticeira ciumenta
doida esquecida
por ser flor bela...
eterna apaixonada!

Canto hoje
os fados de minha vida!
na Sexta-feira da Paixão!

________
29/03/13

William Garibaldi Oliveira


_____________
Imagem dAQUI


segunda-feira, 25 de março de 2013

Pensando no destino do seu LIXO particular...


Esta postagem foi colhida AQUI neste link: http://www.hypeness.com.br/2013/03/serie-fotografica-mostra-que-o-nosso-lixo-vai-parar-dentro-dos-animais/



"
Esta série fotográfica é de cortar o coração. 
Trabalhado por Chris Jordan, o Midway é uma exposição assustadora do resultado da inconsciência do ser humano quanto à má educação em jogar o lixo por aí e também o consumo desenfreado..."



"O albatroz está entre as maiores aves do mundo e voam grandes distâncias com pouco esforço. Vale aqui uma reflexão sobre sua educação em relação ao seu lixo produzido e, também, sobre seu consumo."

Veja mais fotos Clicando AQUI

CONHEÇA O ARTISTA E SEUS TRABALHOS INCRÍVEIS CLICANDO AQUI

 

sexta-feira, 22 de março de 2013

quarta-feira, 20 de março de 2013

Salve o Navegante Negro!

Por Fernando Rebouças
João Cândido Felisberto, militar e um dos principais líderes da Revolta da Chibata, nasceu na cidade de Encruzilhada do Sul, no dia 24 de junho de 1880, faleceu no Rio de Janeiro, em 6 de dezembro de 1969.
Na época, a sua cidade natal era referida somente pelo nome de “Encruzilhada” e fazia parte da Província do Rio Grande do Sul. João Cândido era filho de João Feliberto, um ex-escravo, e Inácia Felisberto, também ex-escrava. Ingressou na Companhia de Artífices Militares e Menores Aprendizes no Arsenal de Guerra de Porto Alegre em 1894, sob recomendação do capitão de fragata Alexandrino de Alencar, seu amigo.
Em 1895, transferiu-se para a Escola de Aprendizes de Porto Alegre, no mesmo ano, aos quatorze anos, já pertencia à Marinha do Brasil, na então capital do Brasil, Rio de Janeiro. Antes desse fato, trabalhou como soldado do General Pinheiro Machado, durante a Revolução Federalista em 1893.
Nos seus quinze anos de Marinha, viajou pelo Brasil e pelo mundo, em viagens que realizou para receber instruções e para ensinar os novatos. Em 1909, viajou para a Grã-Bretanha para aprender a respeito dos navios de guerra lá construído sob encomenda do governo brasileiro.
Na época, na Marinha do Brasil, era comum o uso da chibata para castigar e humilhar marinheiros, principalmente os afrodescendentes. A prática já havia sido abolida no início da República, no decreto nº 3, assinado em 16 de novembro de 1889, por Deodoro da Fonseca.
Apesar das medidas do governo, o castigo permanecia sobre os marinheiros negros. Além do castigo, havia profunda insatisfação pelos baixos soldos e má alimentação. O primeiro levante foi iniciado por João Cândido em 22 de novembro de 1910, ao assumir o comando do Minas Gerais na solicitação da abolição dos castigos corporais na Marinha.

...........................................................................................................

A Revolta da Chibata
Wikipédia


A Revolta da Chibata foi um movimento de marinheiros da Marinha do Brasil, planejado por cerca de dois anos e que culminou com um motim que se estendeu de 22 até 27 de novembro de 1910 na baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, à época a capital do país, sob a liderança do marinheiro João Cândido Felisberto.[1]
Na ocasião rebelaram-se cerca de 2400 marinheiros contra a aplicação de castigos físicos a eles impostos (as faltas graves eram punidas com 25 chibatadas), ameaçando bombardear a cidade. Durante o primeiro dia do motim foram mortos marinheiros infiéis ao movimento e cinco oficiais que se recusaram a sair de bordo, entre eles o comandante do Encouraçado Minas Geraes, João Batista das Neves. Duas semanas depois de os rebeldes terem se rendido e terem desarmado os navios, obtendo do governo um decreto de Anistia, eclodiu o que a Marinha denomina de "segunda revolta". Em combate, num arremedo de motim num dos navios que não aderiram à Revolta pelo fim da Chibata, morreram mais um oficial e um marinheiro. Esta "segunda revolta" desencadeou uma série de mortes de marinheiros indefesos, ilhados, detidos em navios e em masmorras, além da expulsão de dois mil marinheiros, atos amparados pelo estado de sítio que a "segunda revolta" fez o Congresso Brasileiro aprovar.[2]


terça-feira, 19 de março de 2013

Eu vô botah teu nome na macumba...

VO FAZÊ
UMA QUIZUMBA




VO FAZÊhhh...!
UMA QUIZUMBAH!

"Eu vou botar!
Eu vou botar
Teu nome na macumba
Vou procurar uma feiticeira
Fazer uma quizumba
Prá te derrubar
Oi, Iaiá!
Você me jogou um feitiço
Quase que eu morri
Só eu sei o que eu sofri
Deus me perdoe
Mas vou me vingar
Eu vou botar!
Eu vou botar
Teu nome na macumba
Vou procurar uma feiticeira
Fazer uma quizumba
Prá te derrubar
(Oi, Iaiá!)
Você me jogou um feitiço
Quase que eu morri
Só eu sei o que sofri
Que Deus me perdoe
Mas vou me vingar...
Eu vou botar teu retrato
Num prato com pimenta
Quero ver se você "güenta"
A mandinga que eu vou te jogar
Eh!
Raspa de chifre de bode
Pedaço de rabo de jumenta
Tu vai botar fogo pela venta
Comigo não vai mais brincar...
Eu vou botar!
Eu vou botar
Teu nome na macumba
Vou procurar uma feiticeira
Fazer uma quizumba
Prá te derrubar
Você me jogou um feitiço
Quase que eu morri
Só eu sei o que sofri
Que Deus me perdoe
Mas vou me vingar...
Asa de morcego
Corcova de camelo
Prá te derrubar
Uma cabeça de burro
Prá quebrar o encanto
Do teu patuá...
Olha, tu podes ser forte
Mas tens que ter sorte
Prá te salvar
Toma cuidado comadre
Com a mandinga
Que eu vou te jogar...
Eu vou botar!
Eu vou botar
Teu nome na macumba
Vou procurar uma feiticeira
Fazer uma quizumba
Prá te derrubar
Você me jogou um feitiço
Quase que eu morri
Só eu sei o que sofri
Que Deus me perdoe
Mas eu vou me vingar
Eu vou botar!
Eu vou botar
Teu nome na macumba
Vou procurar uma feiticeira
Fazer uma quizumba
Prá te derrubar
(Oi, Iaiá!)
Você me jogou um feitiço
Quase que eu morri
Só eu sei o que sofri
Que Deus me perdoe
Mas vou me vingar...
Eu vou botar teu retrato
Num prato com pimenta
Quero ver se você "güenta"
A mandinga que eu vou te jogar
Raspa de chifre de bode
Pedaço de rabo de jumenta
Tu vai botar fogo pela venta
E comigo não vai mais brincar..."



Agora... repete comigo 7 vezes e bem rápido, e em voz alta, claro, pra sentir como é musical esta frase:
VO FAZÊ UMA QUIZUMBA!...

DELÍIIICIAH!



LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Marginal é a POESIA

que te PARIU!!!!!!!!!!




Violão em Chamas...

Violão em Chamas...