( Quarto Poema de O Nome do Mundo )
Tem uma mulher machucada dentro de mim...
Uma mulher avessa, aranha!
Uma mulher doidivana
serpente!
Revolucionária, tacanha
que sabe
que não é mulher
...e nem se quer,
quer ser!...
Eu sou um homem-mulher
Como pode isto?!
Uma Sacerdotisa da Velha Deusa,
Um Poeta-Bandido do Novo Amanhecer...
E em pantera negra
me transformo
nas noites de lua cheia e dor!
