SEGURA Letra: Dudu Falcão Canta: Eduardo Dusek Segura se der pra segurar, segura
Que eu sou chegado a uma loucura
Sou trabalhado na elegancia
Mais acho bom você tomar distancia
Que onde eu entro eu chego pra causar
Me visita, mais se der defeito evita
Que a vida ja é esquisita
Demais pra você querer me ensinar
Eu sou da pá virada, disvairada
Se eu desço desse salto o bicho vai pegar
Loucura, se der pra segurar , segura Eu evito, não ando pelo chão levito
Acima dos mortais e grito
Mais alto que é pro mundo me escultar A vida é um bafão, meu amor
Eu não nasci pra ser figuração
Se você é estrela, meu amor
Eu sou o dono da constelação
Então segura, se der pra segurar segura Segura se der pra segurar, segura
Que eu tenho horror dessa frescura
Sou todo trabalhado na implicancia
E aconselho uma certa distancia
Preciso meu espaço pra brilhar
A vida é um bafão, meu amor
Eu não nasci pra ser figuração
Se você é estrela, meu amor
Eu sou o dono da constelação
Então segura,
Se der pra segurar segura
Se der pra segurar, segura
Se der pra segurar, segura!
......................................................................................................... IMAGEM: Comissão de frente da Mocidade Independente 2011.
Sou fascinado pela Lua Vermelha... desde o Apocalipse, até a Transmutação do Apocalipse...
Tenho uma ligação imensa com esta lua... e não a vejo como má... como a lua do sangue...
mas como a Lua da Paixão...
Com o Calendário Maia eu me aproximei ainda mais desta Lua... por lembrança.. memória de vidas passadas...
por amor... tenho uma Lua Vermelha na minha vida... e um dia escutando a música ( que hoje descobri que se chama ( não a toa... ) "The Carnival Is Over Lyrics" do Dead Can Dance ( que amo! )
e sentindo a dor de um amor muito antigo dela... ela que é uma guerreira e para mim uma irmã... então escrevi este poema em 2003, escutando a música que sitei ali atrás... depois amei alguém do Selo da Lua Vermelha...
e também a esta pessoa dedico este poema... e esta dor...
e esta memória...
Muitas vidas... de Atlântida pra cá foram apenas dores, e separações... e amores desfeitos...
agora que o Novo Mito se aproxima feito o Amanhecer que esperamos desde muitos Éons...
estes poemas... estas lembranças... estas dores... está tudo justificado... tudo faz um extranho e dolorido sentido...
Além da ilusão... não existe separação alguma... estamos apenas no caduco teatro... no Teatro da Ilusão...
Mas a dor da Lua Vermelha... é eterna e válida... ela é a lembrança ... o Conheciento... que a Tudo Justifica e encerra todos os ciclos... afinal aprendemos também com a dor....
Vamos ao Poema...
Fale-me, porque os teus olhos são assim perdidos no tempo Fale-me das rachaduras do teu peito... Conte-me, como os teus beijos tem este sabor da eternidade... e o sabor do luar...
Poema da Lua Vermelha
Quanda a Lua no céu nascer vermelha
E as estrelas todas
caírem sobre a Terra...
Sete vezes tu te tornarás poeta
Sete vezes renascerão para ti as coisas do mundo
e as linguagens dos homens serão desvendadas por ti para sempre...
Fale-me então devagar...
sobre as coisas eternas!
E eu serei livre!...
E eu estarei completo finalmente...
E compreenderei as verdades ricas do mundo
As Rodas Astrais do Tempo,
desejos... sonhos...
encarnações de dor e sofrimento...
E eu compreenderei também o Amor e a Morte
A maldade e o Paraíso!
Fale-me das coisas ricas do mundo!
E eu serei livre!
The Carnival Is Over
Outside
The storm clouds gathering,
Moved silently along the dusty boulevard.
Where flowers turning crane their fragile necks
So they can in turn
Reach up and kiss the sky.
They are driven by a strange desire
Unseen by the human eye
Someone is calling.
I remember when you held my hand
In the park we would play when the circus came to town.
Look! Over here.
Outside
The circus gathering
Moved silently along the rainswept boulevard.
The procession moved on the shouting is over
The fabulous freaks are leaving town.
They are driven by a strange desire
Unseen by the human eye.
The carinval is over.
We sat and watched
As the moon rose again
For the very first time.
O Carnaval Acabou
Lá fora
O aglomerado de nuvens de uma tempestade
Se moveu silenciosamente pelo boulevard empoeirado
Onde flores erguem suas frágeis hastes
Então elas podem por sua vez
Tocar o céu e beijá-lo
Elas são movidas por um estranho desejo
Invisível aos olhos humanos
Alguém está chamando
Eu me lembro de quando você segurou minha mão
No parque nós brincaríamos quando o circo veio à cidade
Olhe! Bem aqui
Lá fora
O aglomerado do circo
Se moveu silenciosamente pelo pelo boulevard molhado
A procissão já passou, a gritaria terminou
Os estranhos talentosos já estão deixando a cidade
Eles são movidos por um estranho desejo
Invisível aos olhos humanos
O carnaval terminou
Nós sentamos e observamos
Assim como a lua ergueu-se ao céu novamente
Pela primeira vez
( Quem me conhece um pouco, sabe perceberá o quanto esta musica do Dead can Dance.. tem haver comigo... )
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Também dedico esta postagem a amiga Lua Nua...
Mais uma Lua na minha vida, esta é uma Lua Curativa!
Salve a Deusa Lua!
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Esta postagem não tem haver com a Série Lua Vermelha, nem tem haver com a mesma ( eu acho! )!