segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dos Lobos



Nunca me olvidaré
(La cosa más bella del mundo!... )
que hicieron por mí hasta el momento!
Usted, gafas de sol! ...
en la puerta esperando!
Con su auto negro,
ventanas abiertas
Heave Metal...
volumen in los picos
Bandido...
Con su campera negra
abogar por mí!
Dos lobos solitarios ...
ya no estan mas solos!
Nuestra reunión de esta tarde
nuestro hechicero secreto
fue una búsqueda de la felicidad!





quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Acaso



Andas por esos mundos como yo... no me digas
que no existes. Existes: nos hemos de encontrar;
no nos conocemos. Disfrazados y torpes
por los mismos caminos echaremos a andar.


No nos conocemos... distantes uno del otro
sentirás mis suspiros y te oiré suspirar...
¿Dónde está la boca, la boca que suspira?
Diremos, el camino volviendo a desandar.


Quizás nos encontremos frente a frente algún dia;
quizás nuestros disfraces nos logremos quitar...
Y ahora me pregunto: - cuando ocurra, si ocurre,
¿Sabrás tu de suspiros?  ¿sabré yo suspirar?




Alfonsina Sotrni.







sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Buenos Aires



Quando eu for embora de ti
Não te deixarei
se quer um verso de Alfonsina Storni!
Porque para mim...
ela apenas retornou a sua casa...
o mar.
E eu... apenas retornarei à minha paz:
Qualquer lugar longe de ti!!!
Te deixei na via dos Álamos...
Em Vila Mercedes, San Luis...
Segui meu caminho...
E de Buenos Aires ao Rio...
Foi apenas 3 segundos!


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Dylan Thomas

                  

"Poesia é aquilo que me faz rir, chorar ou uivar, aquilo que me arrepia as unhas do dedo do pé, o que me leva a desejar fazer isso, ou aquilo, ou nada.


A LUZ IRROMPE ONDE NENHUM SOL BRILHA


A luz irrompe onde nenhum sol brilha;
onde não se agita qualquer mar, as águas do coração
impelem as suas marés;
e, destruídos fantasmas com o fulgor dos vermes nos cabelos,
os objectos da luz
atravessam a carne onde nenhuma carne reveste os ossos.

Nas coxas, uma candeia
aquece as sementes da juventude e queima as da velhice;
onde não vibra qualquer semente,
arredonda-se com o seu esplendor e junto das estrelas
o fruto do homem;
onde a cera já não existe, apenas vemos o pavio de uma candeia.

A manhã irrompe atrás dos olhos;
e da cabeça aos pés desliza tempestuoso o sangue
como se fosse um mar;
sem ter defesa ou protecção, as nascentes do céu
ultrapassam os seus limites
ao pressagiar num sorriso o óleo das lágrimas.

A noite, como uma lua de asfalto,
cerca na sua órbita os limites dos mundos;
o dia brilha nos ossos;
onde não existe o frio, vem a tempestade desoladora abrir
as vestes do inverno;
a teia da primavera desprende-se nas pálpebras.

A luz irrompe em lugares estranhos,
nos espinhos do pensamento onde o seu aroma paira sob a chuva;
quando a lógica morre,
o segredo da terra cresce em cada olhar
e o sangue precipita-se no sol;
sobre os campos mais desolados, detém-se o amanhecer.


Dylan Thomas

( tradução: Fernando Guimarães)




Fontes:
http://www.culturapara.art.br/opoema/dylanthomas/dylanthomas.htm
e Wikipedia




segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Una Noche em Buenos Aires

Una noche en Buenos Aires
Eso es todo que necesito
A morir el mi dolor
todo mis amores muertos ...
Una noche en Buenos Aires
todas las quejas
los placeres ocultos
ser rescatados...!
Una noche en Buenos Aires
Un Tango Fiery
Un beso rojo
Un capullo de rosa ...
Una noche en Buenos Aires
es todo lo que necesito
Volver a nacer un nuevo tiempo
en mi corazón.



......................................................................................................................................



Uma noite em Buenos Aires
É tudo o que preciso
Para morrer a dor
de todos os meus amores mortos...
Uma noite noite em Buenos Aires
todos os gemidos
de prazeres ocultos
se libertarão
Uma noite em Buenos Aires
Um Tango Flamejante
Um Beijo Vermelho
Uma rosa em botão...
Uma Noite em Buenos Aires
é tudo o que preciso
Para renascer um novo tempo
do meu coração.







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