sábado, 12 de agosto de 2017

Em branco...


DIÁRIO...
 
Quando estamos assim em um vácuo...
Onde uma frase de um livro nos aguça a alma...
´´Poucas pessoas sabem mais do mar do que eu...´´
Esta frase norteou minha vida... Como pode?
Onde a necessidade do saber mais, é uma fome louca e selvagem por querer aprender...
´´Ler tudo o que (de bom) já foi escrito!´´
Quando estamos assim na ânsia de criar uma nova maneira de viver...

Uma nova conduta... Uma nova função e utilidade para a vida. Descobri recentemente que...
Não sei ser como todos... 



Imagem: http://realidadeobsessiva.blogspot.com.br/2015/06/pagina-em-branco.html

O branco em si é um espaço aberto para receber a criação... Apenas por estamos acostumados...
O preto é também um espaço de receber a criação, e as outras cores todas, também. Podemos criar a partir de qualquer prisma!
Assim como podemos escrever sendo e sonhando ao mesmo tempo. Deixar fluir é ser!
Meus novos trabalhos de multiplicidade fomentam...
Minha própria cultura interna. Meu planeta.. Aquele que resolvi reconstruir
´´Estou construindo um ninho!´´ Mesmo estando longe de casa! Bem me disse o Oráculo recentemente...
Ando percebendo-me como a ´´casa dos sentidos´´, o corpo! Como disse Arguelles em seu Fator Maia, anos atrás e eu quase senti o sabor disto, mas não entendi completamente. Hoje sei, hoje... Sentindo-me a Joana de Clarice. De novo voltei a produzir, depois de um período grande em imersão. Para aprender a mecânica de uma nova profissão!
#cronica

E a imagem que usei nesta postagem me levou a encontrar este poema, de Lucas Vechiato. e aqui em compartilho um trecho dele, o que mais gostei:
´´A inspiração me beija pela noite e vai embora pela manhã.
Certa vez resolvi segui-la.
Mas nada encontrei.
Ela é misteriosa e no meu caso, só aparece nos dias chuvosos.
Como um remédio para alma.´´ Lucas Vechiato. Página em branco 










sábado, 29 de julho de 2017

Saravá pro Sarahah!


As pessoas querem dizer o que bem pensam aos outros e jamais receberem uma réplica! Este novo aplicativo, o Sarahah, mostra bem isto! É muito mais fácil ser sincero de forma anônima.
Podemos concluir que os sinceros seguem sendo os errados nesta sociedade de máscaras?
Por isso eu prefiro o Saravá do que o Sarahah ;)
Essa sociedade ensina-nos a ser cada vez mais preocupados com o OUTRO e mais distantes de nós mesmos.

#sarahah #saravá #sociedade #atualidades

´´O aplicativo gratuito mais popular do momento da Apple Store do Brasil e dos Estados Unidos não é o Instagram nem o YouTube , muito menos o Facebook. A nova febre do momento se chama Sarahah.
Nesse aplicativo o usuário pode criar um perfil e enviar mensagens anonimamente a amigos e até desconhecidos. A premissa é que a pessoa será mais honesta ao fazer uma crítica sem que o receptor da mensagem saiba quem ele é.
O Sarahah foi criado pelo árabe Zain al-Abidin Tawfiq. O site oficial do aplicativo diz que um de seus benefícios é melhorar “sua amizade ao descobrir seus pontos fortes” e “deixar seus amigos serem honestos com você”
LEIA MAIS clicando AQUI 

 Imagem dAQUI

COMO FUNCIONA? 

´´É necessário criar uma conta com e-mail e nome de usuário para mandar e receber mensagens. Ao entrar na rede social, basta buscar o nome da pessoa para então fazer o comentário. Não é possível fazer buscas por e-mail ou por rede social, tampouco responder aos recados respondidos.
Caso queira, o usuário poderá bloquear a pessoa que fez um comentário, de modo que ela só poderá dar um novo feedback para tal usuário se criar outra conta.
Não há muitas funcionalidades no aplicativo. A tela inicial é dividida em quatro tópicos. No primeiro deles é possível ver os recados recebidos, os favoritos e os enviados. Na aba seguinte há o campo de procura de pessoas. No terceiro tópico há o espaço “explorar”, que diz apenas que as ferramentas vão estar disponíveis na próxima atualização. Por fim, é possível ver o seu perfil, com o nome de usuário e sua foto.
O aplicativo funciona nos mesmos moldes do Secret, que também permitia o envio de mensagens anônimas, mas foi encerrado em 2015 por estimular o cyberbullying.
No Twitter, as pessoas (adolescentes, em grande maioria) se divertem com alguns recados recebidos. Veja algumas reações abaixo. FONTE: http://veja.abril.com.br/economia/o-que-e-o-sarahah-e-como-funciona-o-app-do-momento/

Imagem dAQUI







terça-feira, 25 de julho de 2017

Belaventura estreia hoje!


´´Depois do sucesso das tramas bíblicas, a Record aposta em uma novela ambientada na Idade Média. A história gira em torno das disputas de um reino, "Belaventura", local fictício que dá nome ao folhetim.
No elenco, atores saídos da Globo, como Eri Johnson, Juliana Knust e Adriana Birolli.´´
Fonte: F5.Folha.uol

IMAGEM: http://f5.folha.uol.com.br/multitela/2017/07/no-embalo-de-game-of-thrones-record-estreia-belaventura-novela-ambientada-na-idade-media.shtml
´´A Record está investindo pesado em sua próxima novela das 7, “Belaventura”, que substituirá “A Escrava Isaura” no segundo semestre deste ano. Severo Luzardo, o figurinista da trama, acaba de voltar do Marrocos com novidades.
Essa foi a sua segunda viagem dele para comprar tecidos e peças de vestuário para a novela, diretamente do exterior. Ele trabalha com equipes especializadas em alfaiataria, chapelaria e adereços de metal e couro, tudo impecável.
O profissional, de acordo com a colunista Patrícia Kogut, é carnavalesco da União da Ilha, e trouxe peças bordadas por um grupo de mulheres que faz as roupas da família real marroquina.´´
Texto colhido em TV  FOCO : http://www.otvfoco.com.br/figurinista-da-record-traz-roupas-e-tecidos-exterior-para-belaventura/

 
Figurino de Severo Luzardo Filho e Tatiana Rodrigues
Figurinistas Assistentes:
João Paulo Bertini
Bill Oliveira
Catarina Varga
Mariana Sandera
Debora Vogel
Fernanda Fernandez
Rebeca Pinto
Helida Serimarco





quarta-feira, 21 de junho de 2017

Um de Adélia Prado para aconchegar este dia...



Amo este poema...

Casamento


Há mulheres que dizem:
Meu marido, se quiser pescar, pesque,
mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,
de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como "este foi difícil"
"prateou no ar dando rabanadas"
e faz o gesto com a mão.
O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa,
vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva.

Texto extraído do livro "Adélia Prado - Poesia Reunida", Ed. Siciliano - São Paulo, 1991, pág. 252.
Saiba mais sobre Adélia Prado e sua obra em "Biografias".




Imagem Daqui








sexta-feira, 9 de junho de 2017

Pensando a Pluralidade da Cultura e do Povo Brasileiro

Pluralidade cultural ensina a pensar com respeito no outro e em si mesmo.
Observando a multiculturalidade do Brasil, podemos nos unificar cada vez mais como um povo que pode ensinar ao mundo...


Esta imagem colhi AQUI 

Talvez multiculturalismo seja reconhecer BELEZA no que o outro faz... Sem medo que seja mais belo do que o que você mesmo faz.. Pois na verdade... Belo e feio, verdadeiro e falso, só podem ser definidos dentro de nós mesmos... Então respeite o processo do outro.  


´´Um sonho ainda distante: a humanidade trabalhar em colaboração, viver como irmãos e irmãs no planeta Terra, independentemente do credo, da cor ou do sexo, em comunidades de diferentes culturas. Um sonho distante, porém real. O quanto estamos dispostos a trazer esse sonho para nossas realidades? A vivê-lo aqui e agora?´´ Marcelo Dalla no Dalla Blog 
http://www.marcelodalla.com/2017/06/dicas-astrais-para-lua-cheia-do-eixo.html

Abaixo transcrevo um excelente texto da INFOESCOLA


multiculturalismo


http://www.infoescola.com/sociologia/multiculturalismo/
Entende-se por multiculturalismo tanto os estudos acadêmicos quanto as políticas institucionais que se desenvolvem em torno das questões trazidas pela emergência das sociedades multiculturais. Uma sociedade multicultural é aquela que, em um mesmo território, abriga povos de origens culturais distintas entre si. As relações entre esses grupos podem ser aceitação e tolerância ou de conflito e rejeição. Isso vai depender da história da sociedade em questão, das políticas públicas propostas pelo Estado e, principalmente, do modo específico como a cultura dominante do território é imposta ou se impõem para todas as outras. A convivência entre culturas diferentes não é uma questão nova, mas que se se intensificou nos últimos anos devido a acontecimentos marcantes.
Não é possível entender o multiculturalismo fora do contexto do fenômeno da globalização. O desenvolvimento acelerado dos meios de transporte e das tecnologias de comunicação aproximaram diferentes regiões do mundo, criando redes industriais e financeiras complexas e uma economia multinacional, interdependente e insubmissa às fronteiras nacionais. Com o fim da Guerra Fria, os Estados Unidos passam a hegemonizar culturalmente todo o planeta. Seus produtos, filmes, músicas e formas de ver as coisas se espalham globalmente gerando o que se chama de “americanização” do mundo. Frente a esse fenômeno de hegemonização dos padrões culturais globais, as culturas tradicionais se fortaleceram, reagindo contra a massificação dos modos de ser. Por outro lado, apesar da massificação, vemos que essas comunidades culturais locais são capazes de se apropriar de partes da cultura americana, transformando-as em uma algo novo e diferente do original. No Brasil, o funk e rap são um exemplo claro dessa possibilidade.
Outros processos importantes que influenciam no surgimento das sociedades multiculturais, são as lutas pela independência que ocorrem nas colônias europeias da segunda metade do século XX, especialmente na África e na Ásia. O cenário pós-colonizal gera um processo de resgate das culturas tradicionais locais e, ao mesmo tempo, pela ligação histórica, desencadeia um movimento migratório para os países colonizadores. Também os conflitos de ordem étnica, religiosa e política, além das deficiências econômicas, são fatores que aumentam o fluxo migratório. Incentivado por tudo isso e pelo próprio cenário criado pela globalização, esse movimento migratório transforma de modo profundo as nações que receberam os imigrantes, colocando em cheque a capacidade dos estados modernos de gerirem sua nova configuração multicultural.
Alguns países democráticos têm buscado promover a aceitação e incorporação de culturas diferentes em seus territórios, valorizando a possibilidade de se constituírem enquanto nações pluriétnicas. No entanto, em outros países, a negação de direitos sociais e a perseguição de minorias culturais são práticas oficiais. Muitas vezes, ainda que exista uma política multiculturalista oficial, a perseguição é praticada por pessoas comuns, inflamadas por um sentimento de nacionalismo e rejeição ao outro. Os ataques violentos organizados por civis aos abrigos de refugiados de origem árabe na Alemanha são um exemplo disso. O multiculturalismo emerge a partir das reivindicações de minorias étnicas que sofrem de opressão histórica em seus territórios, como os negros e as populações indígenas por todo continente americano, incluindo o Brasil. O debate em torno desse tema é muito importante e traz à tona a forma como lidamos, enquanto sociedade, com as diferenças étnicas, culturais e religiosas que nos cercam.
Bibliografia:
ZORZI, José Augusto. Estudos culturais e multiculturalismo: uma perspectiva das relações entre campos de estudo em Stuart Hall. Trabalho de conclusão de curso para obtenção de Licenciatura em História pela UFRG, 2012
Arquivado em: CulturaSociologia



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